ESTATUTO DA CONVENÇÃO BATISTA NACIONAL – CBN – BA
ALTERAÇÃO DE ESTATUTO APROVADO NA XXXII ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

 

TÍTULO I
DA CONSTITUIÇÃO, FINALIDADE E REPRESENTAÇÃO

 

CAPÍTULO I
DO NOME, DA CONSTITUIÇÃO, SEDE E
ADEQUAÇÃO AO NOVO CÓDIGO CIVIL LEI 10.406/02

 Art. 1º – A Convenção Batista Nacional do Estado da Bahia, doravante denominada neste Estatuto CBN-BA, é uma associação religiosa sem fins lucrativos, filiada à Convenção Batista Nacional, sediada em Brasília. A CBN-BA foi criada pela iniciativa das Igrejas Batista Nacional deste Estado, em dez de julho de um mil novecentos e setenta e três, com o nome de Convenção Batista Nacional Seção do Estado da Bahia, em dois de novembro de um mil novecentos e oitenta e oito, assume o nome de Convenção Batista Missionária do Estado da Bahia – CBMEB e a partir de dois de novembro de um mil novecentos e noventa e sete, passa a adotar o nome de CBN-BA, com duração indeterminada.

Art. 2º – A CBN-BA é constituída de Igrejas Batista Nacional deste Estado e prima por um genuíno avivamento espiritual, crê na experiência do Batismo no Espírito Santo, na prática dos dons espirituais como realidade para a Igreja de Cristo no tempo presente, respeita os valores humanos e é regida democraticamente.

Art. 3º – A sede e foro da CBN-BA é a cidade de Feira de Santana-BA, situada à Avenida Senhor dos Passos, nº 212 – 1º andar, sala 110, Centro, Feira de Santana-BA, CEP 44.001-800, podendo realizar suas Assembleias em qualquer parte deste Estado.

 

CAPÍTULO II
DAS FINALIDADES E DA REPRESENTAÇÃO

Art. 4º – A CBN-BA tem por objetivo planejar e coordenar o trabalho cooperativo das igrejas associadas, criando departamentos e órgãos vinculados a ela, que desenvolvam evangelismo e missões, educação teológica, implantação de unidades de ensino nos níveis fundamental, médio, superior e pós-graduação, assistência social e da saúde humana, bem como fomentar instituições que promovam as atividades convencionais e de suas igrejas associadas, por meio da difusão de suas ações, sempre compatíveis com a sua natureza, com a finalidade de promoção do Reino de Deus, em concordância com as deliberações da Assembleia Geral.

Art. 5º – A CBN-BA é representada ativa, passiva, judicial e extrajudicialmente pelo seu Presidente em exercício.

 

TITULO II
DOS ÓRGÃOS DELIBERATIVOS E ADMINISTRATIVOS

CAPÍTULO II
DAS ASSEMBLEIAS

Art. 6º – A CBN-BA reunir-se-á em Assembleia Geral Ordinária a cada quatro anos, podendo ser adiada pelo Conselho Deliberativo por um prazo de até 60 (sessenta dias) e, extraordinariamente, quando necessário, desde que a convocação seja assinada pelo Presidente e credenciada pela Diretoria, com prazo mínimo de 30 (trinta dias) de antecedência ou, em casos excepcionais, convocada pelo Conselho Deliberativo com a assinatura de dois terços dos seus membros.

Parágrafo Único – A Assembleia Geral é o órgão soberano da CBN–BA e será composta da seguinte forma:

  1. a) Pelos pastores membros da Ordem de Ministros Batista Nacional Seção Bahia;
  2. b) Por até sete delegados de cada igreja filiada.

Art. 7º – É de competência da Assembleia Geral:

  1. a) Apreciar os relatórios da secretaria executiva, órgãos, instituições, departamentos e regiões eclesiásticas, observando as metas do plano quadrienal;
  2. b) Eleger os Coordenadores dos Departamentos por indicação do Conselho Deliberativo, ouvido os respectivos departamentos;
  3. c) Eleger os Coordenadores das Regiões Eclesiásticas, indicados pelos pastores pertencentes à sua respectiva regional;
  4. d) Apresentar as metas para serem incluídas no plano quadrienal do exercício seguinte;
  5. e) Deliberar sobre quaisquer assuntos que extrapolem a competência do Conselho Deliberativo;
  6. f) Delegar poderes ao Conselho Deliberativo para elaborar o plano quadrienal, apontando metas a serem cumpridas no referido plano;
  7. g) Criar e alterar seu regimento interno.
  • 1º – Os cargos da Diretoria, Conselho Fiscal, instituições e departamentos só poderão ser ocupados por pessoas presentes à Assembleia.
  • 2º – Nenhum membro do Conselho Deliberativo poderá ser eleito para mais de um cargo, exceto em casos especiais apreciados pelo Conselho Deliberativo, nos interregnos das Assembleias.
  • 3º – A eleição da Diretoria dar-se-á na última sessão deliberativa e a posse, na última reunião inspirativa.
  • 4º – É de competência exclusiva da Assembleia Geral:
  1. a) Eleger e dar posse à Diretoria e ao Conselho Fiscal;
  2. b) Homologar a criação ou extinção de regiões eclesiásticas;
  3. c) Alterar o Estatuto.

 

CAPITULO IV
DA DIRETORIA

Art. 8º – A Diretoria da CBN-BA será composta de: um Presidente, três Vice-Presidentes, três Secretários, com mandato de quatro anos.

  • 1º – O Presidente será eleito dentre os pastores membros da ORMIBAN-BA presentes, na Assembleia Geral, e não poderá ser reeleito.
  • 2º – Os demais cargos da diretoria serão ocupados entre os presentes, na Assembleia Geral, que não poderão ser reeleitos para o mesmo cargo.
  • 3º – A Diretoria reunir-se-á periodicamente quantas vezes forem necessárias, convocando seus membros com antecedência mínima de 15 (quinze dias).

Art. 9º – Compete à Diretoria:

  1. a) Orientar os coordenadores dos departamentos e instituições na organização do plano geral das atividades, inclusive estabelecendo metas a serem atingidas;
  2. b) Definir o quadro de pessoal e remuneração do escritório convencional, bem como funções de apoio e assessorias necessárias a serem contratadas pelo Secretário Executivo;
  3. c) Definir remuneração do Tesoureiro;
  4. d) Acompanhar todas as atividades da CBN-BA.

Art. 10º – Funções dos Diretores:

  • 1º – Compete ao Presidente:
  1. a) Convocar as Assembleias Gerais e o Conselho Deliberativo;
  2. b) Assinar com o Secretário as atas das sessões;
  3. c) Representar a CBN-BA na reunião do CONPLEX – Conselho Nacional de Planejamento e Execução – juntamente com o Presidente da ORMIBAN-BA;
  4. d) Abrir, presidir e encerrar as reuniões do Conselho Deliberativo e da Assembleia Geral;
  5. e) Nomear, na primeira sessão das Assembleias Gerais, a comissão de indicação;
  6. f) Assinar documentos de aquisição, venda, doação ou outros acordos em consonância com as normas deste Estatuto;
  7. g) Ter a prerrogativa do voto de qualidade nas reuniões do Conselho Deliberativo e da Assembleia Geral;
  8. h) Nomear o Tesoureiro da CBN-BA, como cargo de sua confiança, ouvindo a Diretoria;
  9. i) Cumprir todas as atribuições que constam do regimento interno.
  • 2º – Compete aos Vice-Presidentes:
  1. a) Substituírem o Presidente, nos seus impedimentos, observada a ordem de sucessão.
  2. b) Assessorar o Presidente durante as reuniões do Conselho Deliberativo e Assembleia Geral;
  • 3º – Compete aos Secretários:
  1. a) Assumirem as funções de secretaria no Conselho Deliberativo e na Assembleia Geral, lavrando as atas em livro próprio;
  2. b) Organizar junto à presidência a pauta das reuniões da Assembleia Geral e do Conselho Deliberativo;
  3. c) Conferir o quorum para instalação das Assembleias e reuniões do Conselho Deliberativo;
  4. d) Assessorar o presidente durante as reuniões do Conselho Deliberativo e Assembleia Geral;
  5. e) Presidir as reuniões da Assembleia Geral e do Conselho Deliberativo nos impedimentos da presidência, observada a ordem de sucessão.

 

CAPÍTULO V
DO CONSELHO DELIBERATIVO

 Art. 11º – O Conselho Deliberativo da CBN-BA é o órgão que planeja, delibera, fiscaliza e avalia o cumprimento das normas estabelecidas neste Estatuto.

Art. 12º – O Conselho Deliberativo será assim constituído:

  1. a) Diretoria da CBN-BA;
  2. b) Coordenadores dos diversos departamentos e instituições;
  3. c) Coordenadores das Regionais Eclesiásticas;
  4. d) Presidente em exercício da ORMIBAN-BA.

Parágrafo Único – O Tesoureiro e o Secretário Executivo terão assento e voz no Conselho Deliberativo, mas não terão direito a voto.

Art. 13º – O Conselho Deliberativo reunir-se-á em sessões ordinárias quadrimestrais, podendo reunir-se extraordinariamente, quando necessário.

Parágrafo Único – As reuniões do Conselho Deliberativo serão instaladas com 50% + 1 (cinquenta por cento mais um) de seus membros, em primeira convocação, e após 30 (trinta) minutos, em segunda convocação, com o quorum presente, nunca inferior a 30% (trinta por cento) dos seus membros.

Art. 14º – Compete ao Conselho Deliberativo:

  1. a) Elaborar na primeira reunião ordinária o planejamento anual de trabalho e o plano financeiro;
  2. b) Submeter à Assembleia Geral Ordinária o relatório das atividades quadrienais;
  3. c) Acompanhar as atividades gerais da diretoria, departamentos, instituições e órgãos da CBN-BA, zelando pelo cumprimento do disposto neste Estatuto;
  4. d) Autorizar a diretoria a realizar aquisição, venda, doações, convênios ou outros acordos com terceiros que extrapolem o valor equivalente a 20 (vinte) salários mínimos vigentes;
  5. e) Apreciar os relatórios da diretoria, secretaria executiva, regiões eclesiásticas, departamentos, instituições, órgãos, ORMIBAN-BA e Conselho Fiscal nos interregnos da Assembleia Geral;
  6. f) Indicar os coordenadores de departamentos para serem eleitos pela Assembleia, ouvindo os respectivos departamentos;
  7. g) Enviar ao Conselho Fiscal cópia das atas de suas reuniões e outras instituições em que haja deliberação quanto à aplicação de recursos financeiros;
  8. h) Indicar e contratar o Secretário Executivo, inclusive definindo sua remuneração;
  9. i) Cumprir as determinações da Assembleia Geral;
  10. j) Deliberar nos interregnos das Assembleias Gerais sobre assuntos de interesse da CBN-BA, respeitando o que for de competência exclusiva da Assembleia;
  11. k) Eleger e exonerar os diretores das instituições e órgãos, nos interregnos das Assembleias;
  12. l) Homologar a indicação do presidente para o cargo de Tesoureiro, conforme Art. 10, alínea ‘ h’, § 1º;
  13. m) Convocar a Assembleia Geral extraordinária em conformidade com o Art. 6º.

 

CAPÍTULO VI
DA SECRETARIA EXECUTIVA

Art. 15º – Compete a Secretaria Executiva:

  1. a) Administrar os bens móveis, imóveis e semoventes da CBN-BA, zelando pelo seu patrimônio;
  2. b) Cumprir as determinações da diretoria;
  3. c) Assessorar a diretoria, departamentos e órgãos em suas atividades;
  4. d) Cumprir o planejamento anual de trabalho, elaborando mensalmente relatórios financeiros e quadrimestralmente das atividades;
  5. e) Coordenar as atividades gerais da CBN-BA, conforme previsto no plano anual;
  6. f) Apoiar os eventos das regionais, dos departamentos e instituições, providenciando meios para a realização dos mesmos;
  7. g) Representar a CBN-BA nos eventos de que trata a alínea anterior;
  8. h) Contratar e demitir funcionários conforme disposto no Art. 9º, alínea ‘b’.
  9. i) Cumprir os repasses financeiros mensais aos departamentos, órgãos e instituições em conformidade com o planejamento financeiro anual;
  10. j) Cumprir o repasse mensal a CBN – Nacional;
  11. k) Manter fraterna relação com os coordenadores regionais e com as igrejas associadas;
  12. l) Providenciar a publicação de jornal, literatura doutrinária e/ou de outra natureza;
  13. m) Organizar e dirigir o escritório da CBN-BA.
  14. n) Apresentar ao Conselho Deliberativo o relatório financeiro e das atividades a cada reunião quadrimestral;
  15. o) Abrir e movimentar as contas bancárias, emitir, assinar e endossar cheques juntamente com tesoureiro.
  • 1º – Os relatórios financeiros para serem aceitos pelo conselho Deliberativo deverão ter parecer escrito do Conselho Fiscal;
  • 2º – O Secretário Executivo está autorizado a realizar despesas que não extrapolem o valor de 05 (cinco) salários mínimos.

 

CAPÍTULO VII
DOS COORDENADORES REGIONAIS

Art. 16º – Compete aos Coordenadores Regionais:

  1. a) Coordenar e supervisionar as atividades conjuntas das igrejas associadas, dentro da sua Regional Eclesiástica, promovendo encontros regionais de avivamento, confraternização, evangelização, aperfeiçoamento, dentre outras.
  2. b) Prover as necessidades e relatar a situação de cada Igreja à Secretaria Executiva e à Presidência;
  3. c) Escolher um secretário para fins de divulgação e comunicação das atividades regionais;
  4. d) Assumir, quando necessário, a presidência interina das Igrejas em sua regional, que eventualmente ficarem sem pastor, orientando-as no processo de escolha de um ministro, respeitando a autonomia das mesmas.
  • 1º – O mandato do Coordenador Regional será de 04 (quatro) anos podendo ser reeleito uma única vez.
  • 2º – Ao término do mandato, o coordenador deverá ter visitado todas as Igrejas da regional.
  • 3º – O Coordenador Regional representa a CBN-BA na região eclesiástica e, dessa forma, deve ser considerado; como tal, deverá realizar reuniões conjuntas com os coordenadores dos diversos departamentos, pastores e líderes para fazer cumprir as metas do plano quadrienal da CBN-BA;
  • 4º – Apresentar à Secretaria Executiva, para apreciação, orçamento prévio das atividades e eventos que promovam.

 

CAPÍTULO VIII
DOS DEPARTAMENTOS, ÓRGÃOS E INSTITUIÇÕES

 Art. 17º – Compete aos coordenadores de departamentos e diretores de órgãos e instituições:

  1. a) Exercerem suas atividades em conformidade com o plano quadrienal sob a supervisão da secretaria executiva, bem como apresentar à diretoria o plano geral de atividades do seu departamento ou instituição;
  2. b) Administrar os repasses financeiros e prestar contas à Secretaria Executiva e ao Conselho Deliberativo;
  3. c) Informar e prestar contas à Secretaria Executiva e ao Conselho Deliberativo sobre toda movimentação financeira decorrente de saldos de congressos, doações, mensalidades ou quaisquer fontes de recursos;
  4. d) Enviar ao Conselho Fiscal cópia das atas de suas reuniões em que haja deliberações quanto a aplicação dos recursos financeiros;
  5. e) Apresentar à Secretaria Executiva, para apreciação, o orçamento prévio das atividades e eventos que promovam.

CAPÍTULO IX
DA TESOURARIA

Art. 18º – Ao tesoureiro compete:

  1. a) Arrecadar e contabilizar todos os recursos financeiros destinados à CBN-BA, bem como, sob a orientação do secretário executivo, efetuar os repasses devidos;
  2. b) Enviar movimentos financeiros da instituição para o contador da mesma, no prazo máximo de 20 (vinte) dias do mês subsequente;
  3. c) Prestar contas ao Conselho Fiscal, quadrimestralmente, ou de modo extraordinário quando solicitado pelo mesmo;
  4. d) Abrir e movimentar as contas bancárias, emitir, assinar e endossar cheques juntamente com o secretário executivo.
  5. e) Informar à presidência, regularmente, a movimentação financeira da CBN-BA.

Parágrafo Único – O Tesoureiro poderá ser exonerado a pedido ou por iniciativa do presidente mediante parecer da Diretoria, havendo aviso prévio de trinta dias para ambas as partes.

 

CAPÍTULO X
DO CONSELHO FISCAL

 Art. 19º – A CBN-BA terá um Conselho Fiscal, com mandato idêntico da diretoria, constituído de três membros, sendo 01(um) pastor e 02 (dois) técnicos, preferencialmente, na área de Contabilidade ou Economia, para exame do movimento financeiro. Ainda, serão eleitos três vogais que substituirão os titulares em caso de impedimento ou vacância.

Parágrafo Único – As reuniões do Conselho Fiscal serão quadrimestrais, para   apreciar as contas da tesouraria e emitir parecer a ser enviado ao Conselho Deliberativo, sendo marcadas para até quinze dias antes das reuniões do Conselho, para que se proceda às correções necessárias.

 

TÍTULO III
DOS RECURSOS E PATRIMÔNIO

 

CAPÍTULO XI
DOS RECURSOS FINANCEIROS

Art. 20º – Os recursos financeiros da CBN-BA serão captados, prioritariamente, das seguintes maneiras:

  1. a) Do Plano Cooperativo, conforme parâmetro estabelecido pela CBN Nacional, que será remetido mensalmente à CBN-BA como demonstração de fidelidade, sendo contabilizado a partir de toda arrecadação dos dízimos de suas igrejas filiadas;
  2. b) De campanhas para arrecadação de fundos financeiros, previamente, aprovados pelo Conselho Deliberativo;
  3. c) De repasses oriundos de suas instituições, departamentos e eventuais promoções;
  4. d) De convênios entre instituições públicas ou privadas, firmados com a CBN-BA;
  5. e) De doações de pessoas físicas ou jurídicas que, voluntariamente, queiram contribuir com a CBN-BA;
  6. f) De aplicações financeiras, venda de patrimônio e outros investimentos legalmente possíveis e compatíveis com o seu objetivo social.

Art. 21º – A CBN-BA remeterá o Plano Cooperativo à CBN Nacional, conforme aprovado pela Assembleia Geral Nacional;

Parágrafo Único – Dos recursos oriundos de convênios, campanhas, aplicações financeiras e doações destinados à CBN-BA, não será remetido percentual algum para CBN Nacional, em caráter obrigatório.

 

CAPÍTULO XII
DO PATRIMÔNIO

Art. 22º – O Patrimônio da CBN-BA será formado de bens imóveis, móveis e semoventes, provenientes de compras, doações ou adquiridos por quaisquer outras formas em direito permitidas.

  • 1º – Para aquisição, venda, alienação e/ou doação de patrimônio da CBN-BA, o Conselho Deliberativo decidirá sobre o assunto;
  • 2º – A CBN-BA é proprietária de todos os bens pertencentes aos seus departamentos, instituições teológicas, assistências, educacionais e outras que venham a ser criadas;
  • 3º – São, também, considerados patrimônio da CBN-BA, seus documentos, relatórios, memórias magnéticas, imagens de suas Assembleias ou reuniões, não podendo ser reproduzido ou projetado, para divulgação pública, sem a prévia autorização da diretoria da CBN-BA.

 

TÍTULO IV
CREDENCIAMENTO E DESLIGAMENTO DE IGREJAS

 

CAPÍTULO XIII
DA ASSOCIAÇÃO DE IGREJAS E SEU DESLIGAMENTO

Art. 23º – Serão filiadas à CBN-BA, as igrejas que solicitarem por escrito o seu arrolamento à coordenação da Regional Eclesiástica em que estiver sediada. Satisfeitas as condições estabelecidas neste Estatuto, a solicitação será enviada para homologação do Conselho Deliberativo.

Art. 24º – São condições para o arrolamento de Igrejas:

  1. a) Ser igreja batista regularmente organizada ou adequada aos princípios Batista Nacional;
  2. b) Crer na experiência do Batismo no Espírito Santo e nos dons espirituais como realidades para o tempo presente, bem como aceitar a declaração de fé de Convenção Batista Nacional;
  3. c) Assumir o compromisso de contribuir com o plano cooperativo e demais planos financeiros da CBN-BA;
  4. d) Assumir o compromisso de observar o plano de atividades da CBN-BA;
  5. e) Ser dirigida por pastor membro da ORMIBAN-BA;
  6. f) Adotar a logomarca “Igreja Batista Nacional” ou “Igreja filiada à CBN-BA”;
  7. g) Assumir compromisso de autorizar a CBN-BA a visitar a igreja, em caso de pedido formal de desligamento, para esclarecimento quanto ao pedido, e para que ouça a Convenção antes de decidir-se pelo desligamento.

Art. 25º – Quando a igreja filiada à CBN-BA organizar uma congregação, deverá constar na ata de fundação que a novel igreja é filiada à Convenção Batista Nacional do Estado da Bahia, uma cópia dessa ata será enviada ao Conselho Deliberativo.

Art. 26º – A filiação da igreja, referida no artigo anterior, dar-se-á, automaticamente, após a homologação de sua ata de organização pelo Conselho Deliberativo.

Art. 27º – O desligamento de uma Igreja far-se-á mediante parecer do Conselho Deliberativo;

Parágrafo  Único – Dar-se-á o desligamento de uma Igreja filiada:

  1. a) Por solicitação, mediante cópia da ata da assembleia que deliberou;
  2. b) Quando não satisfeitas às condições do Art. 24º, sendo garantido amplo direito de defesa;
  3. c) Quando ensinar ou consentir doutrinas heréticas ou comportamento moral e eticamente reprovado à luz das Sagradas Escrituras, mediante parecer da Comissão de Ética e Assuntos Doutrinários da ORMIBAN-BA, sendo garantido amplo direito de defesa.

Art. 28º – As Igrejas que forem desligadas deverão deixar de usar o nome

“Batista Nacional” e a logomarca da CBN.

 

TÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

 

CAPÍTULO XIV
DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 29º – Nenhuma igreja filiada responderá pelas obrigações da CBN-BA, nem mesmo subsidiariamente, nem a CBN-BA responderá pelas obrigações das igrejas filiadas;

Art. 30º – Fica vetado o uso do nome da CBN-BA em avais ou quaisquer operações alheias aos seus interesses.

Art. 31º – Nenhum membro da diretoria, como tal, terá função remunerada.

Art. 32º – Os pastores ou mensageiros cujas Igrejas estiverem inadimplentes com o Plano Cooperativo não poderão ser votados.

Art. 33º – Reforma deste Estatuto dar-se-á somente em Assembleia Geral Ordinária, previamente, e convocada para este fim pelo Presidente mediante comunicação às Igrejas filiadas, com o voto favorável de 2/3 (dois terços) dos mensageiros inscritos.

  • 1º – Não havendo quorum de dois terços dos mensageiros inscritos na primeira convocação, para o que se refere este artigo, far-se-á uma segunda convocação verbal para 30 (trinta) minutos depois e a matéria será votada por no mínimo 50% + 1 (cinquenta por cento mais um) da referida convocação;
  • 2º – O presidente só poderá convocar a Assembleia Geral para a reforma do Estatuto após parecer favorável do Conselho Deliberativo. Só poderá proceder à votação da reforma do Estatuto havendo parecer favorável do Conselho Deliberativo.

Art. 34º – A CBN-BA só poderá ser dissolvida em Assembleia Geral Ordinária convocada para esta finalidade:

  • 1º – Os mensageiros votantes do Art. 34º terão que representar o mínimo de 80% (oitenta por cento) das Igrejas filiadas;
  • 2º – A dissolução só se dará por determinação de 4/5 (quatro quintos) dos mensageiros inscritos presentes;
  • 3º – Todo o seu patrimônio será destinado à Convenção Batista Nacional.

Art. 35º – Em caso de vacância de qualquer cargo eletivo, assumirá o substituto legal até a Assembleia Geral Ordinária seguinte.

Art. 36º – Os casos omissos neste Estatuto serão resolvidos pela Assembleia Geral ou pelo Conselho Deliberativo em caso de emergência.

Art. 37º – Este Estatuto entrará em vigor na data da sua aprovação pela Assembleia Geral Ordinária, revogadas as disposições contrárias, devendo posteriormente, ser encaminhado ao cartório competente para fins de registro.

Barreiras- BA, 1º de novembro de 2015.

 

 

 

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Valter Bastos Cunha Filho
Presidente